As vezes parece que tudo é tão em vão,
Que os frutos nunca vão crescer,
Que as flores não vão desabrochar,
Que o inverno congelará para sempre.
E que o verão queima todo sonho,
E a primavera jamais tem flores de paz.
Tantas vezes lamentamos as mãos tão calejadas, secas!
Os pés cansados já sem forças pra andar,
E o caminho nos pertubando cada dia mais.
E que tudo que falamos nem pra nós mesmos têm valor.
Nem a mais profunda dor nos faz desmaiar,
Nem o grito mais alto parece ser ouvido,
Parece tudo tão vão.
A vida se torna um cadáver
e nada mais parece nos levantar.
O sol volte a brilhar radiantemente sobre a minha vida.
terça-feira, 17 de maio de 2011
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